Compositor: The Alchemist
Eles pousaram em Plymouth
Com um sorriso no rosto
Minha disposição é tipo foda-se quem me mandou ficar quieto
Dez dedos no cimento, um pouco de maconha na meia
Pecado, faço músicas pra me redimir, limpar meus pensamentos
Estamos em uma caixa, vejo muitos caras falando no banco
Muitos figuras paternas seguindo tendências, não tô com eles
Os lêmures gostam de cair de penhascos e levar a galera junto
Vi Deus no espelho bebendo, eu me solto quando o espírito me atinge
E não temo o fim, sinto a inveja
Escuto meu passado quando ele sussurra pra mim
Metade faz sentido, meu mano, metade é enigma pra mim
Moisés com um cajado improvisado fazendo ondas em você
E pela terra, e o rio era um plano
Mas quando vou pegar, escorrega da minha mão
Então na outra mão, tenho lidado com os negócios
Meio bagunçado, mas minha mãe me disse: Se faça homem, meu mano
E agora sou o Popeye com as tatuagens de âncora e espinafre
Vou surtar em alguém se precisar
Os que se arriscam sabem que o Satanás tinha artimanhas
Pode ser seu último movimento
Difícil ser otimista, quando você não tem comida
Pulso balançando como fruta preta, mano
Cortando todos os meus T's
E colocando pingos nos meus I's
Preciso ficar de olho nos detritos
Quando estão caindo
Até onde consigo ver
Encarei todas as paradas
Que não consegui ignorar
Mantenha um pedaço quando estiver no chão
Vazando, você é forte pra caramba
Mantenha um vento nas minhas velas
Caminhando pela La Brea
Nome soando como se tivéssemos correspondência
Você ainda me ama?